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  História  
 
 

Café Martinelli- Midi

Em outubro de 1993, no térreo do Predio Martinelli , colado à portaria da Rua Líbero Badaró, neste que é um marco arquitetônico e histórico da cidade de SP, surgia o Café Martinelli- Midi.

Com projeto que remete à década de 20, época da inauguração do prédio, o Café tem mesas e objetos de decoração originais que por si só valem a visita.

Contudo, por nossos serviços e produtos diferenciados, o Café Martinelli-Midi foi eleito pela Revista VEJA SP, por três anos consecutivos, como o melhor Café da cidade. Recebeu, também, a melhor nota nas edições do Guia D (Diner’s Club), nos quesitos comida, ambientação e serviço.

Em uma de suas mesas de 1926, o visitante poderá tomar um expresso de altíssima qualidade, com grãos 100% arábica, tradicional ou orgânico, capuccinos, chocolates, drinks, ou saborear salgados de  qualidade.  Servimos, diariamente, almoço, com culinária típica de bistrot, onde se destaca, entre outros pratos, o exclusivo Vol-au-vent francês (saborosa torta de massa folhada, com 10 cm de diâmetro, servida com variedade de recheios e acompanhada de salada ou arroz branco). Saem, também, de nossa cozinha de bistrot delícias como massas, carnes e peixes, tortas, quiches e croques.

Entre as sobremesas, destacam-se os brownies, tortas feitas em nossa cozinha e sorvetes, servidos sempre com qualidade e simpatia.
 

 
 
 


Prédio Martinelli

O Prédio Martinelli é um dos principais marcos da arquitetura brasileira,
tendo sido o maior arranha-céu da América Latina por muitos anos. Com 30 andares, foi inteiramente construído na década de 20 e concluído no ano da quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Apesar disso, o edifício simbolizou progresso para nossa cidade, marcando o início de sua verticalização.


Na paisagem predominantemente horizontal da época, edifícios com menos de 10 andares já eram considerados muito altos, e o Martinelli, com os seus imponentes 30 andares, causava temor àqueles que passavam pela Av. São João, pois, acreditavam que ele viesse a desabar. Para comprovar que o edifício era seguro, e que viver e trabalhar em construções altas não representava nenhum perigo, o Comendador Giuseppe Martinelli construiu sua mansão no topo do edifício. E era neste lugar, com vista deslumbrante da cidade que até hoje empolga os visitantes, que a elite paulistana dos anos 30 realizava as mais concorridas festas.

Ao longo destes anos de rica história, o Martinelli passou do luxo e glamour ao esquecimento e descaso. Até que no final da década de 70, o então prefeito, Dr. Olavo Setúbal, decidiu submeter o prédio a uma imensa reforma e abrigar nele diversos órgãos públicos. Entre suas mais de 2000 dependências e 16 elevadores muitas histórias rondam o edifício. Há quem diga, por exemplo, que ele é mal assombrado: muitos, inclusive, juram ter visto a famosa “loira do Martinelli” caminhando por seus corredores. Outros descrevem-no como um lugar que dá sorte aos visitantes e àqueles que lá trabalham.

A grande verdade é que o Prédio Martinelli, como pouca coisa, conseguiu sobreviver a ação do tempo em uma cidade que muda a cada dia. E com a revitalização no centro de São Paulo, que ocorre atualmente, voltou a ser uma visita obrigatória para turistas, estudantes de arquitetura e moradores da cidade que desejam conhecer um pouco mais de sua história.
 

 
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